domingo, 12 de outubro de 2008

Moi Dix Mois



Moi dix Mois

モワ ディス モワ



Moi dix Mois (モワ ディス モワ, Moa disu Moa, do francês "Eu dez Meses") é o projeto solo de Mana-sama, o ex-líder da banda Malice Mizer.

Fundado em 19 de novembro de 2002, com o lançamento do single Dialogue Symphonie, o projeto contava com a participação dos membros suporte Juka (vocal), Kazuno (baixo) e Tohru (bateria).

Como projeto solo, o Moi dix Mois tem como único integrante oficial e permanente o seu líder Mana. Atualmente, a formação de membros suporte é diferente da formação inicial.


FORMAÇÃO

  • Guitarrista : Mama
  • Vocalista : Shadow X
  • Guitarrista, Vocalista :
  • Vocalista : Seth
  • Baixista : Sugiya
  • Baterista : Hayato
  • Vocalista : Juka [saiu : 2005]
  • Baixista : Kazuno [saiu : 2005]
  • Baterista : Tohru [saiu : 2005]

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Origem do nome e significado

«"Moi" significa eu, e eu escolhi porque esta foi minha estréia como artista solo. "Dix" representa o número dez enquanto 1 simboliza o começo de algo, e zero algo como eternidade. Eu amo este número porque para mim, pessoalmente, o número dez possui um número infinito de possibilidades em si mesmo. "Dix Mois" quer dizer "dez meses", o tempo que um bebê leva para crescer no ventre de sua mãe antes de nascer, e pode ser interpretado como um "nascimento". Eu fundi todas estas palavras no nome de minha banda."»

(Mana para a revista alemã Orkus.)



A maquiagem da banda é normalmente dramática e extravagante, com roupas góticas e obscuras, colocando-os dentro da cena Visual Kei.

A música do Moi dix Mois pode ser comparada à música do MALICE MIZER no fim de sua carreira. Elementos clássicos, guitarras elétricas, bateria, órgãos e vocais obscuros dão ao Moi dix Mois um som que varia do pesado ao tranqüilo e melódico.

Com shows não apenas limitados ao Japão, mas estendidos a Europa, o Moi dix Mois é uma grande promessa para o futuro do Visual Kei.

BIOGRAFIA

Apenas alguns meses após o fim do MALICE MIZER, Mana revelou detalhes sobre um novo projeto e anunciou o início de sua nova banda, o Moi dix Mois, no dia 19 de Março de 2002. Mesmo após o anúncio do início da banda, a identidade dos membros escolhidos por Mana para compor seu projeto se manteve desconhecida, com os membros usando máscaras brancas com a palavra ‘dix’ desenhada, em sessões de fotos.

No primeiro show ao vivo em Shibuya, no dia 31 de julho, Mana finalmente tirou as máscaras e revelou a identidade dos membros: Juka (vocal) e Kazuno (baixo). Para esse show em Shibuya o Moi dix Mois teve Tohru na bateria (que se estabilizou na banda em Maio de 2003).

Antes mesmo de terem lançado algum material, o Moi dix Mois fez sua primeira turnê nacional pelo Japão e no dia 19 de Novembro lançou seu primeiro single, Dialogue Symphonie, e o novo álbum Dix Infernal em Março de 2003.

2004 foi um ano especial para os fãs internacionais de Mana, já que ele foi o convidado especial da Japan Expo em Paris, e seu fã clube, o Mon†amour, foi aberto para fãs internacionais.

Esse mesmo ano foi um ano de muitas novidades no Moi dix Mois, que lançou o single Shadows Temple, seguido do segundo álbum da banda, NOCTURNAL OPERA e no fim do ano mais um single, chamado Pageant. Para o evento de dezembro do mesmo ano Mana adicionou um novo membro na banda, K (guitarrista e vocais guturais).

Em Fevereiro de 2005, o Moi dix Mois anunciou sua primeira turnê fora do Japão, na Europa. No último show da turnê Juka decide deixar a banda. Esse, claro, não é o fim do Moix dix Mois, mas Mana anuncia mais tarde que a banda continuaria e que seriam experimentadas novos elementos nas músicas. Em Dezembro, Mana finalmente recruta um novo vocalista, mas Kazuno e Tohru decidem deixar a banda.

Em Março de 2006 o Moix dix Mois estava renascido e com três novos membros: Seth (vocal), Sugiya (baixo) e Hayato (bateria) se juntaram a Mana e K (que permaneceu no projeto), e lançaram o mini-álbum Beyond the Gate, que continha os primeiros trabalhos com um novo vocal.

Em Julho de 2006 o Moi dix Mois foi uma das principais atrações do Wave Gotik Treffen, um dos principais festivais da Alemanha, que ocorre em Leipzig. Mais tarde, no mesmo ano, o Moi dix Mois lançou o single, Lamentful Miss, e um novo álbum, o primeiro com a nova formação foi anunciado para Março de 2007, com o nome de DIXANADU.

Apesar de todos os obstáculos que a banda já enfrentou, parece que nada é capaz de fazer o Moi dix Mois parar de fazer boas músicas.

Moi-même-Moitié

Moi-même-Moitié (também conhecida somente como "Moitié", como Moi-même ou como MmmM) é uma grife basicamente Ghotic Lolita, criada por Mana (o fundador e guitarrista principal da extinta banda de Visual Kei, Malice Mizer, e que agora possui um projeto solo chamado Moi dix Mois). Fundada em 1999, a

Moi-même apresenta estilos idealizados por Mana com base em estilos pré-existentes nas ruas japonesas - Elegant Gothic Lolita e Elegant Gothic Aristocrat. Suas roupas aparecem freqüentemente na revista japonesa "Gothic & Lolita Bible".

Suas roupas possuem ótimo caimento e são muito bem trabalhadas. Além disso, o renome do criador da marca ajuda a elevar os preços de suas peças. Vestidos de outras marcas gothic lolita custam cerca de 24,000 ienes, mas os vestidos da Moi-même custam, em média, 49,550 yen. A grife produz camisas, casacos, vestidos, saias, bolsas de mão, headwears (tipo de tiara usada na moda Lolita) e até roupas de baixo (como bloomers, e anáguas, usadas para dar volume à saias e vestidos). Ás vezes até a produção de sapatos em edição limitada estão disponíveis.

As roupas da Moi-même-Moitié são geralmente feitas de tecidos de algodão preto, veludo ou seda com rendas e apresentam alguns detalhes em azul escuro ou branco. Um tema comum a ser aplicado nas roupas são estampas com portões de ferro, que geralmente ficam na "bainha" de vestidos, saias e em algumas bolsas. Alguns dos itens possuem o slogan da grife, "Elegant Gothic Lolita Aristocrat Vampire Romance."

A marca é famosa entre badgirls fãs de Malice Mizer e Moi dix Moa, que "adoram" Mana. Suas idéias sobre a moda aristocrat e a moda Ghotic lolita japonesa também são populares entre lolitas que não gostem necessariamente de visual kei.

Nota: No Japão , os nomes EGL e EGA NÃO são usados para se referir a uma pessoa. Não se diz "sou egl" ou "me vesti de ega". Os estilos continuam sendo ghotic lolita e aristocrat, ainda que as roupas usadas sejam das linhas Elegant Gothic Lolita ou Elegant Gothic Aristocrat da Moi-même-Moitié.


Fonte: Wikipédia


quinta-feira, 18 de setembro de 2008

segunda-feira, 28 de julho de 2008

segunda-feira, 21 de julho de 2008

MCR

Atualizado em: 29/07/08



*mY CheMicAL roMancE*




BANDA




Formação atual



()Gerard Arthur Way



()Michael James Way



()Frank Anthony Thomas Iero Jr


()Raymond Emanuel Toro-Ortiz


()Robert Nathaniel Cory Bryar






Ex-integrante




Integrantes de tour





Discografia

Álbuns de estúdio

Ao vivo

EPs



DVDs

*Obs: Links relacionados ao site Wikipédia, ao clicar no link será redirecionado ao site para obter o significado desejado.




MAIS FOTOS DA BANDA






























Gótico

Atualizado em: 29/07/08
THE FIRST DAY









Meu primeiro dia no blog.... nem sei por onde começar... mas enfim, vamos lá!! Primeiro agradeço sua visita tentarei estar aki o maximo possivel, postando fotos, videos, curiosidades...trarei muita coisa sobre a subcultura gótica, sobre bandas como My Chemical Romance, Green Day, The Cure, Him, Sirenia, Épica, Rammstein, Scorpions e muito mais, além de sites relacionados ...espero q gostem bjusss










SUBCULTURA GÓTICA



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Ao longo da história, o termo Gótico foi usado como adjetivo ou classificação de diversas manifestações artísticas, estéticas e comportamentais. Dessa maneira, podemos ter uma noção da diversidade de significados que esta palavra traz em si.

Originalmente, Gótico deriva-se de Godos, povo germânico considerado bárbaro que diluiu-se aproximadamente no ano 700 d.C.. Como metáfora, o termo foi usado pela primeira vez no início da Renascença, para designar pejorativamente a tendência arquitetônica, criada pela Igreja Católica, da baixa Idade Média e, por conseqüência, toda produção artística deste período. Assim, a arquitetura foi classificada como gótica, referindo-se ao seu estilo "bárbaro", se comparado às tendências românicas da época.

No século XVIII, como reação ao Iluminismo, surge o Romantismo que idealiza uma Idade Média, que na verdade nunca existiu. Nesse período o termo Gótico passa a designar uma parcela da literatura romântica. Como a Idade Média também é conhecida como "Idade das Trevas", o termo é aplicado como sinônimo de medieval, sombrio, macabro e por vezes, sobrenatural. As expressões Gothic Novel e Gothic Literature são utilizadas para designar este sub-gênero romântico, que trazia enredos sobrenaturais ambientados em cenários sombrios como castelos em ruínas e cemitérios. Assim, o termo Gothicism, de origem inglesa, é associado ao conjunto de obras da literatura gótica.
Posteriormente, influenciado pela Literatura Gótica, surge o ultra-romantismo, um subgênero do romantismo que tem o tédio, a morbidez e a dramaticidade como algumas características mais significativas.

No final da década de 70 surge a subcultura gótica influenciada por várias correntes artísticas, como o Expressionismo, o Decadentismo, a Cultura de Cabaré e Beatnick. Seus adeptos foram primeiramente chamados de Darks, aqui no Brasil, e curtiam bandas como Joy Division, Bauhaus, The Sisters of Mercy, entre tantas outras. Atualmente, a subcultura gótica permanece em atividade e em constante renovação cultural, que não se baseia apenas na música e no comportamento, mas em inúmeras outras expressões artísticas.

Nos meados da década de 90, viu-se emergir uma corrente cultural caracterizada por alguns elementos comportamentais comuns ao romantismo do século XVIII, como a melancolia e o obscurantismo, por exemplo. Na ausência de uma classificação mais precisa, esta corrente foi denominada Cultura Obscura. Porém, de forma ampla e talvez até equivocada, o termo Goticismo também é usado para denominá-la.

A Literatura é uma das expressões mais utilizadas. É através da composição poética que se confrontam os temores e se revelam os mais profundos sentimentos e desejos da alma. É, também na literatura, que se encontra uma definição estética e ideológica sobre os vários aspectos que compõem a cultura gótca.Mais precisamente, podemos citar o Romantismo como a principal referência da Cultura Obscura,tras a potencialização das emoções. Além do individualismo e subjetivismo. O autor inglês Horace Walpole o fez sob uma perspectiva soturna, Sua obra, O Castelo de Otranto, de 1764, é considerada a precursora do que viria a ser classificado como Gothic Novel. No Brasil, conhecido como Romance Gótico ou Literatura Gótica.No Brasil, o Romantismo iniciou-se "oficialmente" em 1836, com a obra de Gonçalves de Magalhães, Suspiros poéticos e saudades.Influenciado diretamente pela Gothic Novel, o ultra-romantismo teve como principais características a evasão, tédio, morbidez, subjetivismo, saudosismo e predileção pelo noturno.

O escritor paulista Álvares de Azevedo, ávido leitor de Byron, surgiu como poeta e contista no ano de 1848 e é considerado um dos maiores autores ultra-românticos do país. Além dele, outros nomes como Casimiro de Abreu, Bernardo Guimarães, Junqueira Freire, entre outros, destacam-se como grandes expoentes do ultra-romantismo, que também ficou conhecido pejorativamente, como mal-do-século.

Autores como Ann Radcliffe, Allan Poe, Lord Byron, Lovecraft, Baudelaire e Álvares de Azevedo são amplamente consumidos entre os apreciadores da Cultura.

O Gothic Metal, nome dado ao estilo que combina Metal e Neo-Clássico, traz em letras e arranjos uma boa parte dos temas abordados na Cultura Obscura: alusão a obras literárias e mitologia, trechos em latim e arcaísmos, entre outros aspectos.
Há também o uso de orquestras e vozes sopranos entrelaçadas com as características vocalizações urradas e guitarras do Metal. Mesmo havendo um conceito de que o estilo e até mesmo a expressão Gothic Metal tenham sido criadas com objetivos exclusivamente comerciais, a qualidade e ousadia do Gothic Metal prevalecem sobre os argumentos. Além do Gothic Metal e de outras variações do Metal (como o Doom e o Black), outros estilos também são amplamente consumidos entre os adeptos da Cultura Obscura, como por exemplo música medieval e renascentista, e referências de compositores clássicos e neo-clássicos. Ainda, estilos mais suaves como New Age, Dark Atmospheric (ou Dark Ambient) e Ethereal.

Neste caso, a sonoridade também é composta por elementos de música erudita, como o canto lírico, que se somam a timbres eletrônicos e acústicos. Mas, diferentemente do Metal, traz uma sonoridade sutil que almeja atingir diretamente a alma.


Porém, se desconsiderarmos os rótulos que são criados e aplicados ao longo do tempo, irão sobressair a qualidade e sofisticação da música absorvida, cultuada pela Cultura Obscura. Independentemente dos estilos, o fator mais significativo é a identificação que há entre o que se ouve e o que se sente.

veja algumas Bandas apreciadas pela Cultura Gótica em:

http://www.spectrumgothic.com.br/musica/bandas.htm






Nos últimos tempos, a subcultura gótica e a cultura obscura ganharam destaque na sociedade através da grande quantidade de informações transmitidas por diversos canais, principalmente a Internet. Este fato criou uma densa camada de mitos e confusões que envolvem os góticos e os obscuros.

Não há um estatuto que defina a personalidade de um adepto dessas Culturas Obscura. Não há mandamentos a serem seguidos. Há apenas, um conjunto de características. Embora nem sempre, seja comum a todos os adeptos.

O objetivo deste texto é um esclarecimento definitivo em relação às Culturas Obscura e Gótica. É necessário expor a face real que abriga sólidas manifestações artísticas e sociais, e não é movida pelos modismos fúteis e consumistas de nossa sociedade. Assim, façamos alguns esclarecimentos:

  • Os adeptos da Cultura Obscura e Gotica possuem uma percepção artística diferenciada. Isto lhes permite contemplar situações pouco comuns para as outras pessoas.
  • Esta percepção é natural à sua personalidade e é desenvolvida, muitas vezes inconscientemente, ao longo de sua vida. Num determinado momento, descobre-se a Cultura Obscura e Gótica e ocorre uma identificação imediata.
  • Freqüentam cemitérios para ler, ouvir música ou apenas refletir sobre a própria existência, aproveitando o aspecto de paz e tranqüilidade e a arte das esculturas tumulares, por exemplo. É falso o conceito de que vão ao cemitério para roubar, destruir ou praticar rituais.
  • Possuem uma personalidade introspectiva. Não são depressivos, pessimistas ou agressivos.
  • Tristeza e melancolia não são sentimentos negativos. São apenas estados de espírito dos quais, muitas vezes, são fontes de inspiração.
  • São pessoas que valorizam a arte e a intelectualidade. Muitos, por exemplo, estudam e pesquisam sobre História, Literatura, Cinema, Música, Sociologia etc.
  • Na Cultura Obscura e Gótica, não há uma religião específica a ser seguida. Geralmente, se interessam por temas ocultistas, mas podem ser Católicos, Evangélicos, Neopagãos etc. Podem seguir uma crença pessoal ou até mesmo serem Ateus. É falso o conceito de que todos são satanistas ou anticristãos.
  • Não há uma ideologia política específica. Aliás, é raro encontrar alguma citação política entre os adeptos. Normalmente só há o conceito de contra-movimento social.
  • Não se vestem exclusivamente com roupas pretas e nem todos usam maquiagem e acessórios metálicos.
  • A música produzida na subcultura gótica, principalmente no período da década de 80, é um dos estilos cultivados. Mas outros estilos como o Metal, Clássico e Ethereal, também são muito consumidos.
  • Não há rivalidade com nenhum outro grupo social.
  • Os adeptos da Cultura Obscura e Gótica são pessoas sociáveis e aceitam as individualidades de forma natural. Independentemente de seus valores, crenças, etnia, situação econômica ou orientação sexual. Assim, encontra-se de todas as etnias: brancos, negros, pardos etc. É falso o conceito de que são todos brancos ou pálidos.
  • São socialmente e economicamente tão produtivos quanto qualquer outra pessoa.



Há algumas semelhanças entre Cultura Obscura e Subcultura Gótica. Mas há também diferenças essenciais que as tornam distintas. Por exemplo, a Cultura Obscura caracteriza-se por valores individuais e não possui raízes históricas concretas como a subcultura gótica.

Obscuro, Sombrio ou Gótico podem ser adjetivos de diversos contextos e conotações. Mas é, principalmente, o espelho que reflete uma personalidade.






fonte: spectrumgothic










Saiba mais:

http://www.spectrumgothic.com.br/gothic/gotico_historico.htm


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